Hino do Partido dos Trabalhadores

21 out
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O Brasil não é só São Paulo

20 out

Estão querendo censurar o blog da Dilma!

É preciso acabar com a hegemonia de São Paulo na política nacional. Não podemos permitir que um candidato ligado aos interesses da direita paulista seja eleito presidente no dia 31. Zé Pedágio representa as pessoas que só tem o interesse de explorar e lucrar com o restante do Estado brasileiro.

A eleição de Dilma Rousseff vai acabar com essa arrogância, dos que controlam o estado de forma autoritária há quase 30 anos. A elite financeira deseja ganhar privilégios como tinham na época da ditadura, e a única maneira de impedir que isso aconteça é trabalhando para eleger Dilma Rousseff presidente do Brasil.

Somos a favor de lideranças que não tenham nenhuma ligação com as elites paulistanas que comandam o país, diretamente ou nos bastidores, há mais de um século. É preciso lembrar aos demotucanos que sem o Nordeste e o suor dos nordestinos, São Paulo não teria sido nem construída.

Os governantes paulistas reclamam de barriga cheia. Ao contrário do que diz a campanha de José “FHC” Serra, o governo do Presidente Lula foi a que garantiu dinheiro para o Estado. Mesmo que eles não tivessem manipulado os números, o Estado de São Paulo é formado pela força de companheiros nordestinos que também querem ver seus Estados de origem desenvolvidos. A direita simplesmente não aceita que o resto do Brasil esteja à frente do Estado que eles controlam.

O povo brasileiro não aceita ser manipulado pela mesma corja que domina os paulistas. Os nordestinos darão a vitória a Dilma!

Atenção

20 out

A direita reacionária agora quer deturpar a verdade, com certeza perceberam que irão sair derrotados nas urnas e resolveram apelar. Blogs e sites com conteúdo dissimulado contra o nosso projeto estão sendo criados por aí. Caso você encontre um, não tema, denuncie!

O PT anunciou hoje a criação de um e-mail: denuncia@ptadvogados.com.br para que as pessoas denunciem material de campanha apócrifo. A legislação eleitoral obriga que material de campanha tenha os dados da gráfica e do candidato.

Deu no blog Artur

19 out

Via Site CUT

Diretor de Tropa de Elite, Chico Buarque, Zeca Pagodinho e muitos outros estão com Dilma. E você?

Artistas e intelectuais de diversos segmentos estiveram na noite desta segunda-feira (18) no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro, para um ato em apoio à candidata, Dilma Rousseff.
De José Padilha, diretor de filmes como Tropa de Elite 1 e 2, a Chico Buarque, passando por Zeca Pagodinho, Alceu Valença, Mano Brown, Oscar Niemeyer e Ziraldo (leia alguns nomes na lista abaixo), todos assinaram um manifesto a favor do projeto de governo que permitirá ao Brasil continuar crescendo com liberdade de expressão, inclusão social e soberania.

Como disse o rapper GOG, de Brasília, “a periferia hoje respira melhor porque teve oportunidade.”
O cantor e compositor Chico Buarque destacou que não é da índole de Dilma “desprezar sem-terra, garis e professores” e acrescentou que atualmente o Brasil “não fala fino com Washington e grosso com Bolívia e Paraguai.”

Para o teólogo e escritor Leonardo Boff, o que as classes dominantes não tolaram é o fato de um filho da pobreza, que veio lá de baixo, chegar a ser presidente. “Para eles, um peão como Lula deveria estar na fábrica produzindo para eles, a presidência deveria ser um lugar reservado para a elite. Eles fazem políticas ricas para os ricos e pobres para os pobres.”

Ao citar avanços na educação como a criação de 14 universidades federais, 134 campis universitários no interior no País, 200 escolas técnicas e a inclusão de 700 mil estudantes por meio do ProUni, ele ressaltou que o governo Lula foi responsável pela passagem de “um Estado privatista e elitista para outro que coloca o social como o eixo estruturador da atividade política e devolve dignidade aos humilhadoes e ofendidos.”
Ao final, Boff lembrou que Dilma vem sofrendo muita calúnia e muita distorção e, citando um trecho de “Os Lusíadas” – “depois de procelosa tempestade/Traz a manhã serena claridade -, disse: “dia 31 será o dia da manhã de claridade.”

Dilma encerrou o ato firmando o compromisso de zerar a miséria no Brasil, manter a valorização da cultura nacional e utilizar os recursos do pré-sal para financiar o combate à pobreza e o desenvolvimento da educação, da saúde e do crescimento sustentável. “Eu acredito que uma campanha de ódio que se desencadeou será vencida pela esperança e pelo amor. O amor e a solidariedade que nos levaram a colocar paixão nessa luta por um Brasil desenvolvido e socialmente justo.”

Saiba quem está com Dilma:

Alceu Valença (cantor)
Alcione (cantora)
Antonio Pitanga (ator)
Beth Carvalho (cantora)
Chico Buarque (cantor)
Chico César (cantor)
Chico DiaZ (ator)
Dalmo Dallari (professor emérito da USP)
Débora Colker (bailarina)
Diogo Nogueira (cantor)

Dira Pares (atriz)
Elba Ramalho (cantora)
Emir Sader (sociólogo)
Fernando Morais (escritor)
Fred 04 (cantor)
Geraldo Azevedo (cantor)
Gabriel Chalita (ex-secretário da Educação do governo Geraldo Alckmin)
Gilberto Gil (cantor)
GOG (cantor)
Hugo Carvana (ator)
João Bosco (cantor)
Jonas Bloch (ator)
José Celso Martinez Correa (dramaturgo)
José de Abreu (ator)
José Padilha (cineasta)
Leci Brandão (cantora)
Leonardo Boff (teólogo e escritor)
Lucélia Santos (atriz)
Mano Brown (cantor dos Racionais Mcs)
Margareth Menezes (cantora)
Marcelo Serrado (ator)
Marcio Thomaz Bastos (advogado)
Marcos Frota (ator)
Maria Rita Khel (psicanalista)
Marilena Chauí (filósofa)
Martinália (cantora)
Miguel Nicolelis (cientista)
Monarco (cantor)
Naná Vasconcellos (músico)
Neguinho da Beija-Flor (cantor)
Nelson Sargento (cantor)
Oscar NIemeyer (arquiteto)
Osmar Prado (ator)
Oliver Stone (cineasta)
Paulo Betti (ator)
Pedro Cardozo (ator)
Renato Borghetti (cantor)
Rildo Hora (cantor)
Rosemery (cantora)
Rui Guerra (cineasta)
Sérgio Vaz (escritor da Cooperifa)
Sérgio Mamberti (ator)
Tássia Camargo (atriz)
Teresa Cristina (cantora)
Tom Morello (guitarrista do Rage Against The Machine)
Tom Zé (cantor)
Wagner Tiso (maestro)
Yamandu Costa (músico)
Zeca Pagodinho (cantor)
Ziraldo (cartunista)

A igreja é contra o PT, vamos combatê-la!

18 out

O PT não pode se calar diante da onda de calúnias que tem surgido contra a candidatura de Dilma Rousseff nestas eleições.

A direita reacionária usa aquela mesma parcela da Igreja Católica que apoiou o golpe de 64 para espalhar boatos sobre as posições do nosso partido e de nossa candidata. Não iremos nos calar diante de calúnias ditas por padres suspeitos de servir a interesses escusos de nossos adversários.

Precisamos salvar o Brasil do atraso, e fazer a defesa enfática de um Estado laico, que só será possível com a eleição de Dilma Rousseff. A Igreja é que deve se submeter ao Estado, e não o contrário. Este caminho já foi traçado pelo companheiro Hugo Chávez na Venezuela: depois de sofrer uma campanha sórdida como a que estamos sofrendo agora, decretou a laicidade do Estado, e agora é o governo venezuelano que controla sua própria Igreja.

O PT já está processando a Diocese de Guarulhos (SP) por conta da tentativa de interferir no processo eleitoral, mandando imprimir panfletos que denigrem nosso partido e nossa candidata. Não podemos permitir esse tipo de abuso, e faremos o combate de todas as maneiras possíveis. Precisamos continuar pressionando o comando do partido, dito moderado, para que continue defedendo os valores que historicamente são bandeiras do PT.

Nós acreditamos na liberdade religiosa, desde que a fé não seja usado como instrumento de dominação da vontade do povo por parte do Vaticano, como vemos acontecer desde as Cruzadas. Pesquisem o histórico dos chamados sacerdotes que se opõem ao PT e tentam manipular a opinião pública contra nós. Está claro que D. Paulo já não tem mais a capacidade de liderar sua Igreja, e uma intervenção se mostra cada vez mais necessária. Temos que agir para que lideranças progressistas, como Leonardo Boff, ganhem espaço na hierarquia católica.Do que a Igreja Católica tem tanto medo? Será da nossa proposta de incluir padres na CPI da Pedofilia?

Dilma e Lula devem falar para os pobres

17 out

Via Escrevinhador

O PT e Dilma perderam o apoio da classe média. Mesmo uma boa parte da nova classe “C”, lulista, afastou-se de Dilma – assustada com a boataria religiosa e com a campanha de calúnias.

O “Datadvinhador” (instituto mantido por esse Escrevinhador) já havia detectado essa tendência, através de duas pesquisas qualitativas.

1) Na sala de um dos meus filhos (escola particular liberal, “cabeça”, na zona sul de São Paulo), ele me conta, sou o único pai que não votará Serra ou nulo (marinistas) nesse segundo turno. “O engraçado, pai, é que os professores são quase todos Dilma”, estranhou o garoto, de 13 anos – o que me leva a concluir que permanecem firmes com a candidata de Lula os setores de classe média que têm tradição de sindicalização, e consciência aguçada de classe (como professores, bancários etc).

2) Numa festa recente de jornalistas bem empregados, numa das maiores corporações de mídia do país, a esmagadora maioria estava com Serra – relata minha mulher. Num grupo de 20 ou 30, só 2 se declaravam eleitores de Dilma. Mesmo assim, mantinham-se acuados, silenciosos – enquanto a maioria serrista era barulhenta. Nesse caso, nenhum espanto – o jornalista parece ser o profissional de classe média que melhor incorporou a agenda neo-liberal dos anos 90, e que mais se identifica com os patrões, tendo dificuldade enorme de se enxergar como trabalhador.

As minhas “qualis” não erram.

E agora a pesquisa CNT/Sensus confirmou: Serra tem 70% dos votos e Dilma apenas 30% entre quem ganha mais de 20 salários mínimos (ou seja,, mais de 10 mil reais); na faixa até 1 salário mínimo. Dilma tem 53% e Serra 36%.

O corte de classe é impressionante. O mapa eleitoral da votação no primeiro turno – no Rio e em São Paulo – é outro indicativo. Dilma ganhou nas periferias paulistanas, nas cidades operárias da grande São Paulo, e Serra deu lavada no bairros centrais, grã-finos, e também naqueles da baixa classe média. No Rio, Serra liderou em boa parte da zona sul e na Barra. Dilma deu lavada na zona Oeste e na Baixada Fluminense.

Alguns gênios do marketing eleitoral acham que “o PT precisa se comunicar melhor com a classe média”. Pelo que ouço na rua, penso um pouco diferente: a classe média quer sangue, quer arrancar dedo de petista como fez no Rio em 2006. A classe média e boa parte da elite acham que Dilma é um monstro, “uma terrorista, que nem pode ir pros Estados Unidos” (como disse um amigo do meu filho, repetindo o que deve ter ouvido dos pais).

Diante disso, como perguntava Lênin: que fazer?

Já disse aqui: a campanha de Lula deveria aprofundar o corte de classe. Jogar pesado. Dizer a verdade: Serra é o candidato dos ricos, Dilma dos pobres. O PT parece fugir da luta de classe – mas a danada está sempre atrás dele…

É hora de trabalhar com a realidade. Carimbar nos tucanos que eles são os candidatos da elite paulista e sulista. Dilma é a candidata do Norte/Nordeste, dos pobres e dos trabalhadores organizados em todo o país.

A classe média, se for o caso, tenta-se ganhar depois – durante o governo (se bem que eu tenha quase certeza: essa é caso perdido).

O Portal Vermelho traz excelente matéria mostrando bem o corte de classe. Dilma e a coligação que a apóia não deviam fugir dessa realidade. Ao contrário, deveriam mergulhar de cabeça. Até porque é inevitável.

O Brasil ainda é um país de muitos pobres. Essa massa, imensa, apesar de todo o bombardeio midiático e religioso, segue ao lado de Lula e Dilma. Esse é o patrimônio maior da candidatura Dilma. Patrimônio que – com Lula em campo – pode decidir essa eleição que se tornou tão difícil e imprevisível na reta final.

A seguir, a matéria do “Vermelho” sobre esse mesmo tema:

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SENSUS: SERRA LIDERA ENTRE OS RICOS; DILMA ESTÁ NA FRENTE ENTRE OS POBRES

O presidenciável tucano é o preferido da elite. De acordo com a pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta quinta-feira (14), o ex-governador de São Paulo registra a impressionante marca de 70% dos votos entre os eleitores que ganham acima dos 20 salários mínimos, que são menos de 1% da população. Dilma Rousseff lidera entre os mais pobres.

Na faixa de renda de até um salário mínimo, Dilma leva vantagem. Tem 53,3% da preferência dos eleitores contra 36,5% de José Serra. A vantagem da petista é confirmada ainda entre a população que ganha entre um a cinco salários. Neste cenário, Dilma tem 48,1% contra 41,7% do representante tucano na corrida pelo Palácio do Planalto.

Nos mapas ao lado, que mostram como se dividiu o eleitorado nas duas maiores cidades do país (Rio de Janeiro e São Paulo) fica evidente a preferência dos mais ricos por Serra (áreas azuis, regiões ricas das cidades) e dos moradores das periferias por Dilma (áreas vermelhas).

Como renda e escolaridade são fatores que sempre andaram juntos no Brasil, parte da população mais escolarizada também manifestou, conforme o levantamento CNT/Sensus, preferência em votar no ex-governador de São Paulo no turno suplementar do processo eleitoral. Entre aqueles que têm ensino superior, Serra lidera com 48,4% contra 40,5% de Dilma, uma vantagem não muito significativa. Na faixa de eleitores com escolaridade até a 4ª série do Ensino Fundamental, em contrapartida, Dilma é a candidata de 52,1% dos entrevistados, enquanto Serra tem 37,6% entre esse público.

A escolha de Dilma Rousseff é verificada ainda no eleitorado do sexo masculino, que tem 49,5% de seus representantes afirmando votar na petista no segundo turno. Entre as mulheres, 44,3% preferem Dilma e 43,5% optam por José Serra.

A pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela CNT apontou nesta quinta a liderança da candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, com 52,3% dos votos válidos. O tucano José Serra, por sua vez, registra 47,7% da preferência do eleitorado, também considerando os votos válidos. Na pesquisa estimulada, quando são medidos os votos totais, a pesquisa registra, no entanto, empate técnico entre os dois presidenciáveis, com Dilma computando 46,8% e Serra, 42,7%. Nesta situação, votos brancos e nulos chegam a 4,0%. Eleitores indecisos atingem o patamar de 6,6%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Quando computada a intenção de votos de forma espontânea – situação em que ao eleitor não é apresentada uma lista com os candidatos – Dilma Rousseff segue na dianteira com 44,5%, ao passo que José Serra registra 40,4%. Brancos e nulos nessa situação são de 4,0%. Eleitores indecisos são 10,6%.

O levantamento CNT/Sensus ouviu 2 mil pessoas entre os dias 11 e 13 de outubro. Registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 35560/2010, tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

 

Demagogia do Serra;missa com presença de Serra acaba em tumulto

17 out

Via Amigos da Presidente Dilma

A visita do candidato José Serra (PSDB) à cidade de Canindé, a cerca de 120 km de Fortaleza, acabou em confusão na tarde deste sábado (16). Depois de se reunir com alguns prefeitos e o senador Tasso Jereissati (PSDB), o tucano foi hostilizado por um grupo de militantes do PT.
Durante a missa celebrada na Basílica de Canindé, o padre disse que eram mentirosos os panfletos que circulavam na igreja afirmando que a candidata petista, Dilma Rousseff, era a favor do aborto e tinha envolvimento com grupos terroristas como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), e ainda criticou a postura dos tucanos. Foi o suficiente para se instaurar a confusão.
O senador Tasso se exaltou e foi tomar satisfação do padre, afirmando que era um “padre petista” como aquele que estava “causando problemas à igreja”. Alguns partidários do tucano também se exaltaram e o padre saiu escoltado por seguranças. Nenhum membro da administração da paróquia confirmou o nome de padre. Disseram apenas que ele não era da cidade.
Militantes do PT, com bandeiras como nome de Dilma, estavam na porta da basílica na saída da missa. Houve um princípio de briga entre eles e os militantes do PSDB.
Após a confusão durante a missa, em homenagem à Romaria de São Francisco de Assis, quando a cidade recebe pelo menos 100 mil visitantes durante todo o mês, José Serra deu uma rápida entrevista aos jornalistas.
“Vou fazer muito pelo Nordeste e pelo Ceará. Vou terminar as obras que este governo deixou pela metade”, frisou o tucano dizendo-se devoto de São Francisco de Assis e da própria cidade, Canindé.
Com informações de Aécio Santiago